Com o El Niño ativo em 2026, é fundamental que os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a outros vestibulares incluam o estudo desse fenômeno em seus cronogramas.
Isso porque eventos climáticos que provocam grandes impactos na sociedade costumam ser temas recorrentes em questões objetivas e também podem ser abordados como propostas de redação.
Estar bem preparado para tratar desses assuntos aumenta consideravelmente as chances de obter um bom desempenho nas provas.
Como o El Niño costuma ser cobrado no Enem e nos vestibulares
O El Niño permite abordar diferentes conteúdos estudados no ensino médio. Nas provas, o fenômeno pode servir como ponto de partida para questões sobre alterações nos padrões de chuva e temperatura, eventos climáticos extremos e uso de recursos naturais.
O tema também pode aparecer em questões sobre desigualdades territoriais e adaptação às mudanças ambientais.
Além disso, o assunto favorece questões interdisciplinares. Um mesmo exercício pode apresentar um mapa ou um gráfico climático e pedir que o estudante relacione os dados a consequências ambientais, econômicas ou sociais.
Por isso, mais do que memorizar uma definição, é importante entender como o fenômeno ocorre e como seus efeitos se relacionam com a sociedade.
O assunto ainda pode surgir como repertório em redações sobre meio ambiente. Fenômenos climáticos e suas consequências no Brasil costumam estar entre os temas mais discutidos nos jornais.
Mesmo que o El Niño não seja o tema direto da redação, o conhecimento sobre o fenômeno pode ajudar o candidato a construir argumentos em propostas que envolvam desigualdade, ocupação territorial, energia e prevenção de desastres.
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O El Niño é o aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Durante esse fenômeno, as temperaturas da superfície do mar ficam, no mínimo, 0,5°C acima da média por um período prolongado.
Esse fenômeno foi oficialmente confirmado em junho de 2026 pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com previsão de persistir até o início de 2027.
De acordo com órgãos oficiais, o El Niño afeta o clima brasileiro de maneira desigual: provoca chuvas acima da média na Região Sul e reduz os volumes de chuva no centro-norte do país. Além disso, há tendência de temperaturas mais altas, o que aumenta os riscos de ondas de calor e incêndios florestais.
Nesse contexto, o Inmet recomenda que estados e municípios reforcem o monitoramento e estejam preparados para lidar com possíveis impactos sobre recursos hídricos, saúde e segurança pública.

Próximos passos para estudar o tema
Uma boa estratégia é evitar estudar o El Niño de forma isolada. O estudante pode relacionar o fenômeno a conteúdos de diferentes disciplinas e observar como uma alteração climática pode gerar consequências ambientais e sociais.
No cronograma de estudos, alguns pontos merecem atenção:
- Funcionamento do fenômeno: compreender o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial e sua relação com alterações atmosféricas.
- Impactos no Brasil: analisar como mudanças nas chuvas e temperaturas afetam diferentes regiões do país.
- Eventos extremos: entender as causas e consequências de secas, enchentes, ondas de calor e ações de prevenção de desastres.
- Sociedade e economia: refletir sobre os efeitos do El Niño sobre populações, territórios e o uso de recursos naturais.
- Leitura de dados: praticar a interpretação de mapas, tabelas e gráficos climáticos.
- Meio ambiente: relacionar o fenômeno a biomas, conservação e outros debates ambientais.
Acompanhar boletins de órgãos oficiais, como o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), também ajuda o candidato a se manter atualizado sobre a evolução do El Niño ao longo do ano.
Para mais dicas sobre como se preparar para o Enem e outros vestibulares, continue acompanhando o Blog Pensar Cursos. Veja também:

















