A Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC) ficou em primeiro lugar no QS World University Rankings, deixando a Universidade de São Paulo (USP) na segunda posição. O levantamento foi publicado em 1º de outubro de 2025 e reuniu quase 500 universidades da América Latina e do Caribe.
O resultado coloca uma instituição chilena no topo da classificação regional, enquanto a USP permanece como a universidade brasileira mais bem colocada. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aparece em terceiro lugar.
Presença brasileira no ranking
O resultado também mostra a presença brasileira entre as primeiras posições. Segundo o QS, quatro universidades do Brasil aparecem entre as dez melhores da América Latina e do Caribe. Além da USP e da Unicamp, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) integram esse grupo.
Como o QS avalia as universidades da região
A classificação regional utiliza uma metodologia própria, desenvolvida para considerar características do ensino superior latino-americano e caribenho.
Entre os indicadores analisados estão reputação acadêmica, reputação entre empregadores, proporção entre professores e estudantes, presença de docentes com doutorado, colaboração internacional em pesquisas, citações de trabalhos científicos, produção de artigos por professor e impacto na internet.
A reputação acadêmica representa 30% da avaliação, enquanto a reputação entre empregadores corresponde a 20%. Outros indicadores relacionados ao corpo docente, pesquisa científica, internacionalização e presença digital completam a composição da nota.

Por que a USP ficou em segundo lugar
A posição da USP não significa uma queda geral de qualidade da universidade. O ranking regional reúne diferentes indicadores e calcula o desempenho das instituições de acordo com critérios específicos. Assim, a liderança da universidade chilena resulta da combinação dos fatores considerados pelo QS para essa classificação.
Outro ponto é que o ranking regional não deve ser confundido diretamente com uma classificação mundial. O próprio QS utiliza metodologias específicas para diferentes regiões, justamente para observar características e prioridades próprias de cada contexto acadêmico.
O que o resultado mostra sobre o cenário acadêmico
A edição de 2026 evidencia a forte presença de universidades brasileiras nas primeiras posições da América Latina e do Caribe, mesmo com a liderança ocupada por uma instituição do Chile. A USP aparece em segundo lugar e a Unicamp em terceiro, enquanto outras universidades brasileiras também figuram entre as dez primeiras.
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ENTRAR NOS GRUPOS →Para interpretar o resultado, portanto, é necessário considerar os critérios utilizados pelo QS e o caráter regional da classificação. A posição de cada universidade representa seu desempenho dentro da metodologia adotada para a edição de 2026, e não uma avaliação única ou definitiva sobre o ensino superior de cada país.
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