O inglês está entre os principais fatores que valorizam um currículo e, em muitas oportunidades, é o diferencial que separa dois candidatos com perfis semelhantes. A seguir, descubra em quais situações o domínio do inglês realmente faz diferença e onde é possível aprender o idioma de forma gratuita.
O inglês ainda faz diferença no currículo?
Sim, e faz diferença considerável. Em muitas vagas, o inglês aparece como diferencial. Em outras, é requisito direto do processo seletivo, principalmente em empresas com clientes, fornecedores ou equipes fora do Brasil.
Isso não significa que todo profissional precisa de inglês para conseguir emprego. Existem áreas e funções em que o idioma não entra na avaliação. O ponto é reconhecer onde ele pesa e decidir, com essa informação, se vale investir tempo em aprender.
Em quais situações o inglês conta mais?
Algumas situações concentram grande parte da demanda por inglês no mercado de trabalho. Veja quais são:
- Empresas multinacionais: reuniões, relatórios e comunicação interna costumam envolver outro idioma, e o inglês aparece com frequência como pré-requisito.
- Cargos de tecnologia: documentações, ferramentas e boa parte do conteúdo técnico da área são publicados em inglês.
- Atendimento e turismo: funções que envolvem contato direto com turistas ou clientes estrangeiros pedem inglês para comunicação básica ou avançada, dependendo do cargo.
- Comércio exterior: negociações, contratos e documentos de importação e exportação normalmente são conduzidos em inglês.
- Crescimento para cargos maiores: em promoções internas, especialmente para posições de coordenação e gestão, o inglês costuma entrar como um dos critérios avaliados.
Fora desses contextos, o peso do inglês tende a ser menor, mas isso pode mudar conforme a empresa e o setor.
Precisa ser fluente para contar no currículo?
Não precisa ser fluente. O inglês costuma ser dividido em três níveis: básico, intermediário e avançado. Cada um abre portas diferentes:
- O nível básico já ajuda em tarefas pontuais, como ler um e-mail simples ou entender instruções curtas;
- O intermediário já é suficiente para boa parte das vagas que pedem inglês como diferencial, sem exigir fluência total;
- O avançado costuma ser cobrado em cargos com uso constante do idioma, como negociação internacional ou atendimento a clientes estrangeiros.
Existe ainda o inglês instrumental, voltado para leitura e compreensão de textos técnicos. Ele não foca em conversação, mas ajuda quem precisa entender manuais, artigos e documentações da própria área. Para muitas funções técnicas, esse tipo de inglês já é suficiente para usar no dia a dia do trabalho.
O importante é registrar no currículo o nível real de conhecimento, sem exagerar. Um “intermediário” bem descrito costuma pesar mais do que um “avançado” que não se sustenta numa entrevista.
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