A maioria das vagas de entrada exige experiência prévia, item que candidatos ao primeiro emprego ainda não possuem. Nesses casos, o currículo pode ser construído a partir de outros elementos: formação, cursos complementares e atividades extracurriculares.
A seguir, veja como estruturar cada seção do documento e o que considerar na hora de apresentar esse tipo de bagagem.
O que conta como experiência, mesmo sem carteira assinada
Recrutadores que avaliam vagas de entrada sabem que a maioria dos candidatos ainda não teve emprego formal. Por isso, olham para outros indícios de responsabilidade e comprometimento. Entram nessa lista:
- Trabalho voluntário em ONGs, igrejas, associações de bairro ou campanhas sociais;
- Projetos escolares ou acadêmicos que exigiram organização e trabalho em equipe;
- Monitorias e participação em grupos de estudo;
- Organização de eventos na escola, faculdade ou comunidade;
- Ajuda em negócio da família, mesmo informal;
- Cursos livres e qualificações complementares.
Essas experiências mostram iniciativa, capacidade de lidar com prazos e disposição para aprender. Essas características são valorizadas em quem está começando a carreira.
Currículo por seções
Você deve montar o seu currículo com a seguinte estrutura:
Dados de contato: nome completo, telefone, e-mail profissional e, se houver, LinkedIn. Informações básicas e diretas.
Objetivo: uma frase curta e personalizada para a vaga, evitando termos vagos como “busco crescimento profissional”. O ideal é citar o cargo pretendido e uma habilidade relacionada a ele.
Formação: deve constar mesmo que ainda esteja em andamento. Vale indicar o curso, a instituição e a previsão de conclusão.
Cursos e qualificações: espaço estratégico para quem não tem experiência formal, já que reforça conhecimentos técnicos aplicáveis à função pretendida.
🎓 Cursos grátis, concursos e vagas direto no seu WhatsApp!
Entrada 100% gratuita • escolha os grupos por tema
ENTRAR NOS GRUPOS →Habilidades e competências: organização, comunicação, trabalho em equipe e domínio de ferramentas básicas de informática costumam ser bem avaliados em vagas iniciais.
O que não colocar
Alguns itens ainda aparecem em currículos por hábito, mas não agregam valor e podem até sinalizar desatualização:
- RG e CPF;
- Foto (a menos que solicitada explicitamente);
- Endereço completo — o bairro ou a cidade já bastam;
- Frases genéricas de objetivo, sem relação com a vaga.
Como fortalecer a seção de qualificações
Como a experiência profissional costuma ser o ponto mais frágil do currículo de quem busca o primeiro emprego, a seção de cursos e qualificações é onde há mais espaço para ganhar pontos — e ela pode ser preenchida em poucos dias com cursos gratuitos e certificado.
A plataforma Pensar Cursos oferece uma variedade de cursos gratuitos em diferentes áreas. As aulas são 100% online, permitindo que você estude no seu próprio ritmo e de acordo com a sua agenda. A única cobrança é relativa à emissão do certificado, que pode ser solicitado após a conclusão do curso.
Entre as opções que costumam se encaixar bem no currículo de quem busca o primeiro emprego, estão:
- Informática Básica: competência exigida em quase toda vaga de entrada.
- Excel Básico: habilidade técnica bastante solicitada em funções administrativas e de escritório.
- Auxiliar Administrativo: porta de entrada clássica para o primeiro emprego, com foco em rotinas de escritório.
Para saber mais detalhes sobre a plataforma Pensar Cursos, assista ao vídeo abaixo:
Ver essa foto no Instagram
Para mais conteúdos como este, continue explorando o Blog Pensar Cursos.



