O CNU (Concurso Nacional Unificado) ganhou uma nova atualização que interessa aos candidatos aprovados na carreira de Auditor-Fiscal do Trabalho (AFT). O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou a nomeação de 45 aprovados para o cargo, que irão integrar o quadro do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
A autorização foi publicada por meio da Portaria MGI nº 6.474, de 7 de agosto de 2026, divulgada no Diário Oficial da União (DOU) em 10 de agosto de 2026. O documento permite que o MTE avance com os procedimentos necessários para a convocação e entrada dos novos servidores.
A medida contempla candidatos aprovados na primeira edição do CNU, uma seleção que reuniu mais de 6 mil vagas em diversos órgãos federais. Para os classificados, a publicação representa mais uma etapa antes da posse e do início das atividades no serviço público.
Mas o que acontece após a autorização? Como será feita a convocação? Qual é a função do Auditor-Fiscal do Trabalho? Confira os detalhes sobre a nomeação.
CNU autoriza nomeação de 45 aprovados para Auditor-Fiscal do Trabalho
A autorização do MGI permite que o Ministério do Trabalho e Emprego prossiga com a nomeação de 45 candidatos aprovados no CNU para o cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho.
A publicação da portaria não representa a posse imediata dos candidatos. Antes do ingresso oficial, ainda são necessários procedimentos administrativos conduzidos pelo próprio MTE.
Entre as próximas etapas estão:
- Publicação dos atos individuais de nomeação;
- Convocação dos candidatos aprovados;
- Apresentação dos documentos exigidos;
- Realização dos procedimentos para posse;
- Definição da data de início das atividades.
Após o cumprimento dessas fases, os novos servidores poderão assumir oficialmente os cargos.
Portaria MGI nº 6.474 formaliza autorização para novas nomeações
A autorização para o CNU Auditor-Fiscal do Trabalho foi estabelecida pela Portaria MGI nº 6.474/2026, assinada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
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ENTRAR NOS GRUPOS →O documento foi publicado no Diário Oficial da União em 10 de agosto de 2026 e autoriza o provimento das vagas destinadas ao cargo no Ministério do Trabalho e Emprego.
A nomeação ocorre dentro do processo de recomposição do quadro de servidores públicos federais, especialmente em áreas ligadas à fiscalização trabalhista.
O Auditor-Fiscal do Trabalho integra a estrutura do MTE e atua diretamente no acompanhamento do cumprimento das normas trabalhistas por empresas e estabelecimentos de todo o país.
Nomeação depende de requisitos administrativos e orçamentários
A autorização para preencher os cargos está condicionada ao cumprimento de requisitos previstos na legislação.
Um dos pontos é a existência de vagas disponíveis no momento da nomeação, responsabilidade que ficará a cargo do Ministério do Trabalho e Emprego.
Além disso, o órgão precisa apresentar a declaração do ordenador de despesa sobre a adequação financeira e orçamentária das novas nomeações. O procedimento precisa estar alinhado com a Lei Orçamentária Anual (LOA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Essas exigências fazem parte dos controles adotados pelo governo federal antes da entrada de novos servidores.
O que faz um Auditor-Fiscal do Trabalho do MTE?
O Auditor-Fiscal do Trabalho atua na fiscalização das normas trabalhistas e das regras relacionadas à segurança e saúde dos trabalhadores.
Entre as principais atribuições do cargo estão:
- Fiscalizar empresas e locais de trabalho;
- Verificar o cumprimento da legislação trabalhista;
- Identificar irregularidades nas relações de trabalho;
- Acompanhar medidas de segurança e prevenção de acidentes;
- Atuar na proteção dos direitos trabalhistas.
Para ocupar o cargo, é necessário possuir diploma de curso superior em qualquer área de formação, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).
CNU completa vagas previstas para Auditor-Fiscal do Trabalho

Imagem: Blog Pensar Cursos
A primeira edição do CNU ofertou 900 vagas para o cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho, integrante do Bloco 4 – Trabalho e Saúde do Servidor.
A seleção foi organizada pela Fundação Cesgranrio, responsável pela aplicação das etapas do concurso.
Em dezembro de 2024, ocorreu a posse dos primeiros aprovados para a carreira. Na ocasião, 855 servidores nomeados iniciaram as atividades no Ministério do Trabalho e Emprego.
Com a nova autorização para nomeação de 45 candidatos, o governo completa o quantitativo inicialmente previsto no edital para o cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho.
Além dessa carreira, o CNU reuniu oportunidades em diversas áreas do serviço público federal, como:
- Administração pública e gestão governamental;
- Tecnologia da Informação;
- Educação e pesquisa;
- Saúde e políticas sociais;
- Fiscalização e regulação;
- Meio ambiente.
O modelo do CNU reuniu diferentes seleções federais em uma única prova, permitindo que candidatos disputassem vagas de vários órgãos por meio de um mesmo processo seletivo.
Remuneração e requisitos para Auditor-Fiscal do Trabalho
A carreira de Auditor-Fiscal do Trabalho possui remuneração inicial de R$ 22.921,71. Ao longo da carreira, os valores podem chegar a R$ 32.760,95, conforme a evolução funcional.
Além do salário, os servidores recebem auxílio-alimentação de R$ 658,00.
A jornada de trabalho prevista para o cargo é de 40 horas semanais, com possibilidade de atuação em diferentes unidades do Ministério do Trabalho e Emprego espalhadas pelo país.
A estrutura remuneratória da carreira está prevista na Lei nº 13.464/2017.
Próximos passos para os aprovados no CNU
Com a autorização publicada, os candidatos precisam acompanhar os próximos comunicados oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego.
As informações sobre convocação, documentos e posse serão divulgadas pelos canais oficiais do governo.
Os aprovados precisam verificar:
- Datas de apresentação;
- Lista de documentos necessários;
- Orientações para posse;
- Informações sobre o início das atividades.
O acompanhamento das publicações evita a perda de prazos e permite que os candidatos estejam preparados para as próximas etapas.
Novos servidores reforçam fiscalização trabalhista no país
A entrada dos novos Auditores-Fiscais do Trabalho amplia o quadro responsável pela fiscalização das relações trabalhistas no Brasil.
Os profissionais atuam em ações relacionadas ao cumprimento das normas trabalhistas, ao combate a irregularidades e à proteção dos direitos dos trabalhadores.
Para os candidatos aprovados, a autorização da nomeação representa a aproximação do ingresso definitivo no serviço público após as etapas de preparação e seleção.
A expectativa agora fica voltada para os próximos atos administrativos, que irão definir o cronograma de convocação e posse dos 45 novos servidores.
Concursos públicos continuam movimentando o serviço federal
O interesse pelos concursos públicos permanece elevado devido à estabilidade e às oportunidades oferecidas pelo serviço público federal. Além das nomeações relacionadas ao CNU Auditor-Fiscal do Trabalho, outros órgãos continuam com movimentações para abertura e convocação de servidores.
Candidatos interessados em acompanhar novas oportunidades podem acessar conteúdos sobre seleções, editais e atualizações no Blog Pensar Cursos. Veja também:




